SINOPSE
O tempo se tornou uma preocupação central na vida moderna, marcada pela pressa e pela busca incessante por produtividade. Nesse cenário, a lentidão surge como um valor social crescente, criando um contraste entre duas éticas: a aceleração e a desaceleração, que influenciam diretamente o consumo. A intersecção entre essas duas abordagens levanta questões sobre a viabilidade de uma escolha exclusiva entre elas.
Um novo perfil de consumidor, denominado “crono-sensível”, emerge nesse contexto, refletindo a complexidade das experiências temporais contemporâneas. A mescla de ritmos e velocidades não apenas transforma a percepção do tempo, mas também abre novas oportunidades de mercado, impactando estratégias de produtos, serviços e marcas.








