SINOPSE
Uma análise profunda dos processos de transformação na saúde mental, destacando o contexto brasileiro e suas repercussões. O cenário atual, marcado por incertezas políticas e econômicas, levanta questões sobre a continuidade dos movimentos solidários que surgiram após a Segunda Guerra Mundial. Reflexões recentes sobre a sustentabilidade de modelos psiquiátricos contra-hegemônicos oferecem insights valiosos para enfrentar os desafios contemporâneos.
Novas considerações, fruto de viagens e experiências do autor, enriquecem a discussão sobre a resistência à contrarreforma e as estratégias necessárias para um futuro mais inclusivo e solidário. A obra se torna ainda mais relevante ao abordar a precarização do emprego e a exclusão social global.
