SINOPSE
A análise do sistema carcerário brasileiro revela as precárias condições das penitenciárias, que dificultam a ressocialização dos detentos e evidenciam a urgência de penas alternativas. A falta de infraestrutura e o descaso governamental transformam esses locais em verdadeiras “escolas do crime”, onde a superlotação é exacerbada por leis inadequadas e o uso excessivo de prisões provisórias.
Um novo modelo é necessário, priorizando um sistema humanizado que ofereça educação e oportunidades de trabalho profissionalizante, promovendo a reintegração social e reduzindo a criminalidade.
