SINOPSE
O fundamentalismo religioso representa um desafio significativo para os direitos civis das minorias sexuais, especialmente sob a ótica da política comunicativa. A análise busca compreender como a Teoria Discursiva pode legitimar direitos, considerando a validade e a legitimidade dos discursos, além da influência do fundamentalismo na esfera pública e privada dos cidadãos LGBT.
A pesquisa explora conquistas da população LGBT e os ataques promovidos por lideranças religiosas, que impactam a política brasileira. A discussão centra-se em três direitos fundamentais frequentemente contestados por segmentos mais extremistas: a criminalização da homofobia e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
