SINOPSE
Um exame aprofundado da função simbólica nos primeiros escritos de um renomado filósofo francês revela a relevância desse conceito em suas obras. A análise foca, em particular, na importância da corporalidade humana e sua capacidade de transcender a imediata vivência das situações, refletindo também no comportamento animal.
Além disso, a discussão sobre a espacialidade, motricidade e expressividade do corpo próprio destaca uma crítica à autonomia da idealização simbólica. Essa abordagem busca iluminar aspectos pouco debatidos, mas essenciais, para a compreensão da filosofia desse pensador influente.