SINOPSE
A dignidade da pessoa é explorada sob a perspectiva da autodeterminação em relação ao direito à saúde sexual e reprodutiva, confrontando-o com o direito à vida do nascituro. A análise abrange os impactos da pós-hiper-modernidade nas decisões sobre a vida antes do nascimento, considerando as normativas internacionais e nacionais pertinentes.
Argumentos são apresentados em defesa do direito de nascer, enfatizando a importância da não discriminação. O estudo também inclui um caso analisado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que foi resolvido por meio de um acordo consensual.
