SINOPSE
A produção de narrativas e conhecimento no Ocidente moderno está intimamente ligada às dinâmicas de colonização do continente americano. Esta investigação propõe examinar as condições modernas e coloniais que moldaram as representações do corpo indígena no século XVIII, analisando obras de padres da Companhia de Jesus que atuaram na região do Chaco.
O estudo reflete sobre a relação entre narrativa, conhecimento e representação, contextualizando-os no desenvolvimento da modernidade e colonialidade entre os séculos XVI e XVIII. Busca-se, assim, identificar as contribuições das narrativas jesuítas na construção da imagem dos grupos indígenas do Chaco.