SINOPSE
Fragmentos de uma terra úmida da floresta amazônica são explorados em três partes distintas. Poemas capturam flashes do cotidiano na primeira seção, enquanto a segunda traz uma ironia doce sobre os desafios da existência. A última parte reflete sobre a identidade regional, entrelaçando a literatura com a vivência.
A palavra se torna a pedra a ser moldada, o rio simboliza a vida em constante fluxo, e as borboletas representam a efemeridade do tempo que nos é concedido. Uma jornada poética que convida à reflexão.