SINOPSE
Análises genealógicas revelam as narrativas que sustentam a criminalização da pedofilia no Brasil, explorando a produção discursiva do sistema judiciário e da psiquiatria. O foco recai sobre como essas instituições definem o sujeito pedófilo, utilizando uma variedade de fontes que incluem textos históricos, legislações e jurisprudências, especialmente do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Questões sobre abuso sexual infantil e pedofilia são discutidas, levando em consideração como esses temas foram socialmente construídos ao longo do tempo. A obra oferece uma reflexão crítica sobre a urgência da discussão, abordando a necessidade de uma educação sexual e de gênero que complemente as políticas repressivas.




