SINOPSE
Um processo histórico revela como a colonização brasileira foi sustentada pela atividade açucareira, que dependia do trabalho escravo africano. Com a ascensão do café como principal produto de exportação no século XIX, a interrupção do tráfico negreiro pela Inglaterra levou à introdução de imigrantes europeus, que passaram a ocupar espaços no campo e nas cidades, transformando a dinâmica econômica do país.
O crescimento urbano resultante da migração gerou um mercado interno para bens de consumo, impulsionando a indústria nacional. A transição das relações de trabalho escravo para formas mais modernas e compatíveis com o capitalismo industrial é explorada, levantando questões sobre o atraso econômico do Brasil e suas implicações para o desenvolvimento.