SINOPSE
Uma nova perspectiva sobre o princípio da imparcialidade do juiz é apresentada, especialmente em contextos onde há grandes disparidades sociais, culturais, econômicas e raciais entre as partes envolvidas em um processo jurídico. A análise busca desmistificar a ideia de um juiz imparcial, utilizando conceitos da sociologia, psicanálise e ciências cognitivas.
Os argumentos culminam na afirmação de que a justiça é, na verdade, parcial. A proposta sugere que um judiciário insensível e equidistante das partes não é capaz de sustentar a verdadeira equidade nas decisões.
