SINOPSE
Reflexões profundas sobre a importância dos afetos e emoções na política são exploradas, especialmente em contextos revolucionários. A centralidade da paixão é analisada em relação à formação da vontade nacional-popular, essencial para a mobilização das classes trabalhadoras e seu papel na luta pela hegemonia político-cultural.
Conexões entre a filosofia da práxis e pensadores como Maquiavel e Hegel são estabelecidas, ampliando as ressonâncias dessa filosofia. Questões sobre a “servidão voluntária” e a contradição entre interesses individuais e ações coletivas são levantadas, destacando a necessidade de paixões e esperanças para uma revolução social efetiva.