SINOPSE
Uma visão inovadora sobre o sofrimento humano apresenta a dor como uma “memória colada” que anseia por ser reconhecida e finalizada. A jornada proposta atravessa camadas pessoais, ancestrais e coletivas, utilizando mitologias de diversas culturas para mostrar como os sintomas físicos refletem histórias não concluídas.
A essência da dor é revelada como um eco da separação original entre o Criador e a criatura, oferecendo um caminho para uma “medicina sem remédios” que se baseia na reconciliação sistêmica e no profundo sentido da existência.