SINOPSE
Discutem-se as implicações sociais e históricas da operação genealógica, que envolve a construção de redes de relações parentais e familiares. A análise foca em um gênero histórico-literário específico: os livros de linhagens, fontes genealógicas e narrativas da nobreza portuguesa da Idade Média, entre os séculos XIII e XIV.
O texto linhagístico é examinado como um espaço de poder, onde a nobreza enfrenta dinâmicas de inclusão e exclusão social. As escolhas do genealogista são investigadas, considerando suas intenções e motivações ideológicas, além da apropriação dos textos por diferentes grupos sociais e políticos.
