SINOPSE
As revoltas da indignação que marcaram a década de 2010 são essenciais para entender os desafios enfrentados pelos sistemas democráticos contemporâneos. A análise dessas movimentações revela a dispersão dos grupos que emergiram nas ruas, destacando a necessidade de investigar suas origens e impactos. A busca por uma nova esquerda na América Latina surge como resposta à crescente desigualdade, ao desemprego e à violência estatal, especialmente após a crise de 2008.
Essas lutas sociais, que incluem questões feministas, antirracistas e ambientais, tornam-se centrais nas demandas progressistas. A pesquisa aprofundada sobre a ocupação institucional traz à tona tanto os desafios quanto as oportunidades de uma transformação radical, contrastando com o reformismo social-democrata que predominou na região. A esperança de um futuro mais justo e democrático permeia essa análise crítica.