SINOPSE
A vivência após um transplante cardíaco revela a violação de direitos fundamentais enfrentada por pessoas transplantadas, evidenciando a falta de proteção social. Apesar da continuidade da vida do ponto de vista médico, essas pessoas lidam com vulnerabilidades que necessitam de reconhecimento e amparo jurídico. A análise aborda as falhas do ordenamento brasileiro em reconhecer as dificuldades estruturais que afetam esses indivíduos.
Com base na dignidade humana e na igualdade material, defende-se a extensão das proteções garantidas às pessoas com deficiência aos pacientes transplantados. A proposta busca transformar a experiência do pós-transplante em uma questão social e cidadã, promovendo um olhar mais atento e efetivo sobre suas necessidades.