SINOPSE
Em 1836, um tumulto em Salvador culminou na destruição do recém-inaugurado cemitério do Campo Santo, que havia sido construído sob um monopólio governamental. A revolta, conhecida como a Cemiterada, contou com a participação de centenas de manifestantes que lutavam por uma vida melhor no além. Esse episódio reflete a resistência da população contra mudanças que afetavam suas tradições e crenças.
A pesquisa meticulosa realizada por um historiador revela as complexas relações dos brasileiros do século XIX com a morte e os rituais fúnebres. A obra oferece uma visão profunda sobre a luta por dignidade e respeito às práticas funerárias da época.