SINOPSE
Pesquisa em terreiros e com lideranças religiosas do candomblé em diversas cidades revela a importância das festas e banquetes nesse contexto. A comida se transforma em um meio de governança, onde o ato de comer e cozinhar se torna uma forma de poder e diplomacia. As relações de poder são evidentes nas dinâmicas de cadeiras e mesas, refletindo hierarquias e alianças políticas.
A discussão se aprofunda nas tradições afro-religiosas, que se adaptam a novas dietas e criam novas práticas alimentares. Babalorixás e ialorixás exercem controle sobre seus terreiros, utilizando a comida como um veículo de axé, onde comer é sinônimo de poder.