SINOPSE
Argumentos são apresentados para defender que a teoria de um renomado filósofo pode vislumbrar razões utilitaristas para atribuir direitos morais aos animais não humanos, considerando as melhores consequências a longo prazo. O foco recai sobre as objeções de um crítico de tendência deontológica, que questiona a abordagem utilitarista, destacando a importância da igual consideração das preferências dos animais sem necessariamente abordar a questão dos direitos morais.
A análise das críticas revela que a tensão entre utilidade e igualdade não abrange aspectos essenciais que fundamentam a teoria utilitarista preferencial. A busca por melhores consequências para todos os afetados permite reconhecer a necessidade de direitos morais, especialmente para grandes primatas, sugerindo que, por razões utilitaristas, a aceitação de direitos morais básicos pode resultar em benefícios a longo prazo para todos os envolvidos.