SINOPSE
Fundamentado em conceitos centrais da ontologia fenomenológica, o texto explora a intersecção entre liberdade e intersubjetividade na obra de um filósofo renomado. A análise busca entender como a figura do Outro é percebida nos escritos sartrianos, revelando um panorama conflituoso que pode comprometer a autenticidade nas relações humanas. A pesquisa se concentra na década de 1940 e início de 1950, destacando a interdependência entre liberdade e conflito nas interações sociais.
O estudo propõe que a liberdade, essencial para o convívio humano, deve ser absoluta para evitar a inautenticidade. Ao abordar a impossibilidade do isolamento, a obra sugere que a convivência autêntica com o Outro é um desafio, mesmo em um contexto considerado infernal, onde a busca por relações verdadeiras se torna imperativa.