SINOPSE
A mão invisível, frequentemente vista como um símbolo da harmonia nas relações de produção capitalistas, oculta a realidade de um sistema que gera desigualdade e sofrimento. A análise crítica desse conceito revela a necessidade de uma reflexão profunda sobre o papel do Estado e as dinâmicas sociais que permeiam a economia.
O super capitalismo, resultado da financeirização e digitalização, estabelece uma nova lógica de acumulação, criando uma sociabilidade paradoxal que se mostra associal e autodestrutiva. Essa transformação, iniciada no final do século XX, desafia as estruturas tradicionais do capitalismo e suas implicações sociais.








