SINOPSE
As leis florestais inglesas revelam as complexas relações de poder entre a monarquia, a aristocracia e a sociedade em geral, todas ligadas ao espaço das florestas. A demarcação das florestas régias, que ocupava um terço do reino, funcionava como um importante instrumento de controle, refletindo-se nos tribunais que julgavam infrações cometidas por diferentes classes sociais.
A pesquisa se fundamenta em três fontes primárias, incluindo a Carta das Florestas e registros judiciais das Cortes Florestais. A análise da historiografia sobre as florestas régias permite uma compreensão mais profunda do monopólio do poder régio e das nuances nas leis florestais, oferecendo uma visão pluralista do poder político inglês.
