SINOPSE
Debates sobre a relação entre religião e esfera pública frequentemente evocam a frase “O Estado é laico”, sugerindo a exclusão da religião em questões sociais. No entanto, a laicidade pode ser interpretada de maneira mais colaborativa, permitindo a participação religiosa nas discussões públicas. A obra explora como a organização do Estado em relação às instituições religiosas impacta a liberdade religiosa e o princípio fundamental da dignidade humana.
Os autores argumentam que a forma como o Estado se relaciona com a religião pode moldar a convivência social e a pluralidade de vozes na sociedade. Assim, a laicidade não deve ser vista como um obstáculo, mas como uma oportunidade de diálogo e respeito mútuo.