SINOPSE
Um universo poético se revela através da interação entre lã e barro, materiais que, apesar de suas diferenças, encontram harmonia nas palavras. Através de imagens vívidas, um diálogo entre passado e presente emerge, refletindo a vida cotidiana e a memória coletiva. A figura da tia cardando lã, enquanto as ovelhas enfrentam o frio, simboliza a conexão com tradições que persistem, mesmo em tempos de mudança.
O ambiente doméstico se torna palco de uma reflexão profunda sobre a essência da vida, onde a simplicidade e a complexidade coexistem. A obra convida o leitor a explorar a beleza do cotidiano, revelando a força das memórias e a importância das raízes culturais na formação da identidade.