SINOPSE
Hieróglifos em tumbas egípcias, estátuas greco-romanas e obras de artistas renomados revelam a construção cultural da velhice masculina. Essa representação é uma invenção que varia conforme o contexto social e cultural, refletindo interações e influências diversas. A pluralidade de “velhices” é explorada, destacando o conceito de “afrovelhice” e suas implicações na masculinidade hegemônica.
Através de fontes textuais e imagéticas, são analisadas expressões artísticas que revelam traços civilizatórios e suas conexões com emoções e poder. Compreender esses conceitos é essencial para entender a realidade de uma faixa etária que se tornará predominante no futuro.