SINOPSE
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Com leveza e perspicácia, a obra explora temas como centralização, descentralização, progresso e a separação de poderes, revelando as interconexões que moldam o conceito de político e os limites do STF na Primeira República. A narrativa apresenta uma análise profunda da historiografia do Supremo Tribunal Federal, tornando-se essencial para quem deseja compreender as instituições políticas e judiciais brasileiras.
A originalidade do estudo reside na continuidade entre a doutrina jurídica do Segundo Reinado e a da Primeira República, evidenciando que, apesar das mudanças, o conceito jurídico de “político” permaneceu. Essa reflexão é acompanhada por uma crítica à superficialidade das transformações institucionais, que muitas vezes não alteram a essência do regime.
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