SINOPSE
Reflexões sobre a transformação do Judiciário brasileiro através da Inteligência Artificial (IA) são apresentadas de forma acessível e rigorosa. A obra explora como a IA pode aumentar a celeridade processual, promovendo automações e análise de dados, sempre sob supervisão humana. Questões éticas são discutidas, abordando os riscos de vieses algorítmicos e a necessidade de uma abordagem humanizada nas decisões judiciais.
O papel do Judiciário no combate à desinformação é destacado, com ênfase em iniciativas que utilizam IA para proteger a democracia. Além disso, são analisados modelos internacionais e experiências práticas, propondo uma governança algorítmica que respeite valores constitucionais e sociais.