SINOPSE
Por que a separação das crianças no culto é uma prática comum nas igrejas, apesar de sua ausência na tradição cristã? A presença dos pequenos na assembleia é defendida por meio de uma análise bíblica e histórica, que examina passagens das Escrituras e a prática dos Pais da Igreja ao longo dos séculos. A obra apresenta argumentos convincentes contra a inovação do culto infantil separado, questionando sua base nas Escrituras e na confissão reformada.
Com um tom acadêmico e pastoral, o texto oferece uma proposta prática para integrar as crianças ao culto, abordando objeções comuns e sugerindo um modelo que une culto público, familiar e catequese. Destinado a líderes e famílias de diversas denominações, busca promover uma reflexão profunda sobre a importância da presença infantil na adoração comunitária.