SINOPSE
Um resgate histórico do caminho que levou ao consenso global sobre os direitos humanos, culminando na Declaração Universal de 1948, revela a ambivalência da Igreja nesse processo. Inicialmente, a instituição condenou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e permaneceu em silêncio durante a elaboração da Declaração Universal.
Com o tempo, a Igreja passou a adotar uma postura mais positiva, destacando-se na aceitação dos direitos humanos através da encíclica Pacem in Terris, de 1963, quando a promoção desses direitos se tornou uma de suas missões evangélicas.
