SINOPSE
Uma inquietação profunda sobre a origem da criação artística permeia as reflexões apresentadas, questionando a razão por trás da necessidade humana de deixar marcas no tempo. A busca por entender a beleza que nunca foi plenamente representada nas ações humanas leva a uma análise sobre a essência dos objetos e suas representações, sugerindo que o real pode ser algo mais profundo do que aparenta.
Ao explorar essa nova perspectiva, a pesquisa filosófica e ontológica da imagem revela que a complexidade do mundo físico pode ser simplificada ao se considerar o mundo das ideias manifestadas. Essa abordagem instiga a criação de novos paradigmas, convidando o leitor a uma jornada de descoberta e reflexão.
