SINOPSE
O avanço de políticas públicas no Brasil possibilitou a entrada de jovens negros nas universidades, mas também expôs as disparidades sociais existentes. A crítica da ONU em 2014 sobre o racismo institucionalizado no país destaca a urgência de compreender a identidade do jovem negro universitário e os desafios que enfrenta. A história da escravidão e a luta por reconhecimento são fundamentais para essa análise.
Examinando os ideais iluministas, que privilegiam o homem eurocêntrico, a obra questiona a visão distorcida que reduz os negros à emoção. A pesquisa busca entender a formação da identidade de uma jovem negra universitária e como as políticas de identidade impactam sua autonomia e inclusão social.