SINOPSE
Uma análise profunda revela a intensa batalha em torno da aceitação das histórias em quadrinhos no Brasil entre as décadas de 1930 e 1960. Personagens influentes como Adolfo Aizen e Roberto Marinho desempenharam papéis cruciais na popularização desse novo formato, que rapidamente conquistou o público jovem, mas também gerou reações adversas de figuras conservadoras que clamavam por censura. A tensão entre a liberdade de expressão e a moralidade permeou esse período.
Enquanto alguns viam nos gibis uma ameaça à educação e à moral, outros, como Gilberto Freyre, reconheciam seu potencial educativo. A narrativa explora a luta entre defensores e opositores das histórias em quadrinhos, revelando um cenário repleto de conflitos, preconceitos e a busca por reconhecimento cultural. Uma jornada fascinante pela história do mercado editorial brasileiro.