SINOPSE
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Uma análise profunda revela a fragilidade do governo português após a “Guerra das Laranjas” de 1801, evidenciada pela caricatura inglesa que critica a assinatura do Tratado de Badajoz. A situação de Olivença, incorporada perpetuamente pela Espanha, reflete as complexas relações entre as potências europeias da época, como França e Inglaterra, e suas implicações estratégicas. O conflito ibérico é examinado sob a luz de interesses anglo-franceses, onde Olivença surge como uma moeda de troca.
A pesquisa também aborda como a luta no Alentejo pode ser vista como precursor das invasões napoleônicas, além de considerar a projeção americana da controvérsia europeia, especialmente em relação aos limites no Brasil e à formação do Uruguai. A perda de Olivença, uma cidade portuguesa “de jure” e administrativamente espanhola “de facto”, é um tema central que ilustra a interconexão entre eventos locais e o cenário internacional.
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