SINOPSE
O funcionamento do Sistema de Justiça Criminal nas periferias da América Latina, especialmente no Brasil, é analisado em profundidade, questionando a eficácia dos Direitos Humanos sob uma perspectiva tradicional. A obra investiga as raízes de um modelo de política criminal violento, importado e exacerbado, propondo uma reflexão crítica sobre as particularidades locais e a necessidade de um discurso libertário que surja da própria periferia.
Chacinas em presídios e o alarmante crescimento da população carcerária são temas centrais, assim como a militarização das polícias e a influência do individualismo e consumismo. A análise do Judiciário revela como seus interesses podem comprometer a cidadania, enquanto uma abordagem descolonial desafia a concepção hegemônica de Direitos Humanos, enfatizando a importância de uma narrativa autêntica e local.




