SINOPSE
Questões sobre a presença de obras de arte em residências privadas e os obstáculos jurídicos para a criação de centros culturais privados são exploradas ao longo da narrativa. A reflexão busca encorajar colecionadores a se tornarem protagonistas na promoção de bens culturais, destacando a importância do compartilhamento com o público.
A experiência prática do projeto do Instituto Casa Roberto Marinho é entrelaçada com o arcabouço jurídico, abordando a função social dos acervos. Ao final, um manual acessível apresenta passos e boas práticas para a estruturação de centros culturais privados.