SINOPSE
A concessão de funções notariais a advogados levanta questões sobre a imparcialidade na assessoria prestada a um único interessado, especialmente em negócios formalizados por documentos autenticados. Profissionais cientes da responsabilidade que essas novas competências acarretam podem optar por deixar a formalização de transações imobiliárias a notários, enquanto outros buscam explorar legitimamente suas atribuições no direito notarial.
Esse tema é relevante para advogados e todos que, por suas atividades, necessitam compreender o funcionamento do direito notarial. A reflexão sobre essas questões é essencial para a prática jurídica contemporânea.
