SINOPSE
Conformidade e superficialidade dominam a sociedade, mas a contemplação se revela como um ato de insurreição. A narrativa flui entre debates existenciais e a trajetória de uma personagem que desafia os moldes sociais, oferecendo uma crítica ao sistema. Com uma prosa poética e estrutura fragmentada, a trama mergulha na psicologia da anti-heroína, entrelaçando episódios concretos e alegorias que refletem sua mente inquieta.
A jornada de Olga, dividida em oito partes, busca resgatar a profundidade humana. É um convite para romper com o simplório e imaginar um mundo além da linearidade, explorando águas turvas e cavernas não mapeadas, mesmo que isso implique afastar-se da costa.