SINOPSE
Na trágica seca de 1877, a desolação do sertão cearense é retratada através da jornada de Manuel de Freitas, um fazendeiro que vê sua fortuna e rebanhos destruídos. Forçado a emigrar com a família, enfrenta uma luta desesperada pela sobrevivência, onde a dignidade é testada pela fome e pelo desespero. A narrativa revela a crueldade da natureza e o colapso social, refletindo a complexidade dos personagens em meio ao caos.
Essa saga pessoal se transforma em um retrato da calamidade local do século XIX, abordando temas como a fuga de escravos e a venda dos últimos bens. A leitura proporciona uma compreensão profunda das raízes da desigualdade nordestina e da resiliência humana diante das adversidades extremas.