SINOPSE
O diálogo com a teoria organizacional crítica revela aspectos ideológicos que influenciam a cultura e o poder nas organizações. Essa análise é fundamental para entender os rituais de sofrimento e as consequências das relações de trabalho desiguais, onde um dos sujeitos exerce controle sobre o outro, resultando em uma dinâmica de subordinação jurídica, econômica e psicológica.
Explorar essas interações permite uma reflexão profunda sobre a flexibilização do Direito do Trabalho, destacando a necessidade de repensar as estruturas que sustentam essas relações e suas implicações para os trabalhadores.