SINOPSE
Uma carta de 1869 revela a importância de um livro na vida de um casal famoso, que seria considerado a “Bíblia Sagrada” do matrimônio. Surpreendentemente, a obra em questão não é a que muitos pensavam, mas sim um manual conservador que defende a supremacia masculina e a dedicação feminina ao lar. A proposta de um ideal familiar é central, com a mulher sendo incentivada a não trabalhar fora de casa.
O texto atualizado traz à tona reflexões sobre os papéis de gênero e as dinâmicas familiares da época, oferecendo uma visão crítica sobre as expectativas impostas às mulheres e aos homens.