SINOPSE
Uma tábua cede, mas a estrutura permanece intacta. A decisão de destruir tudo revela a tentação de uma ruptura total e os custos dessa pressa. Com uma fábula filosófica contemporânea, a narrativa questiona a arrogância de recomeçar do zero, sem defender a estagnação. Quando a destruição parece mais simples do que o cuidado, surgem questões sobre o que realmente resta.
Diálogos profundos e momentos silenciosos guiam o leitor por uma reflexão sobre responsabilidade, memória e transformação. Evoluir é um desafio que exige coragem, enquanto a destruição é um ato rápido e fácil.