SINOPSE
A hegemonia política e ideológica da Alemanha na Europa é analisada em meio à crise do euro, revelando as complexidades do poder europeu contemporâneo. A liderança da Alemanha, marcada por uma política que reflete a influência de sua chanceler, moldou as condições econômicas e políticas da zona do euro, afetando diretamente a autonomia dos parlamentos de diversos países. Questões cruciais emergem sobre o equilíbrio de poder e as tensões entre a integração europeia e os interesses nacionais.
As consequências dessa abordagem são profundas e instigam reflexões sobre a necessidade de um novo contrato social europeu. Esse pacto deve buscar garantir liberdade, segurança social e democracia, enfrentando os desafios impostos pela crise e promovendo um diálogo entre as diferentes visões sobre o futuro da Europa. A busca por soluções viáveis é essencial para a construção de um continente mais coeso e justo.








