SINOPSE
Um olhar que se encanta com seu próprio reflexo revela um caminho poético que explora a autoficção. Personalidades icônicas como Maria Antonieta, Madonna e Oscar Wilde são analisadas à luz de teorias da semiologia, filosofia e performance, discutindo como o corpo se torna um instrumento de expressão artística e identidade. A construção de um “eu biografemático” se torna central, refletindo a busca por autenticidade em um mundo de múltiplas personas.
Desde o século XVIII, essa jornada entre o real e o imaginário nos leva a questionar a essência da autenticidade. As adaptações e performances que realizamos no cotidiano revelam as complexidades da identidade, levando a reflexões profundas sobre como simulamos quem realmente somos. Narciso e seu reflexo oferecem respostas intrigantes para essas questões existenciais.
