SINOPSE
Atividades de espionagem internacional são analisadas sob a perspectiva do Direito Internacional e das Relações Internacionais, focando no período pós-11 de setembro de 2001 até o final do governo Obama. O texto explora a estrutura e funcionamento dos serviços de inteligência, além dos mecanismos de controle e fiscalização, discutindo o impacto da retórica de segurança em relação ao extremismo islâmico.
A análise se aprofunda na licitude da espionagem em tempos de paz, examinando diferentes modalidades à luz dos regimes normativos internacionais. A investigação das Relações Internacionais revela como a tolerância à espionagem influencia o status quo das grandes potências e sugere que Estados com capacidades limitadas formem redes de compartilhamento de informações para fortalecer sua posição no cenário global.
