SINOPSE
A medicina moderna, conforme analisado por Foucault, revela-se como uma prática social que prioriza o controle dos corpos e a dinâmica familiar, em vez de explorar a individualidade do paciente. A transição da eugenia para a biopolítica transforma o indivíduo em uma “unidade-empresa”, onde a competência humana se entrelaça com a produção econômica, refletindo a desregulação financeira do sistema pós-Bretton Woods.
Esse contexto estabelece um novo paradigma de controle, substituindo o Estado nazista por uma estrutura liberal que, influenciada pela Escola de Frankfurt, propaga um liberal-fascismo global. A obra serve como uma introdução a investigações mais profundas sobre biopolítica e suas implicações contemporâneas.
