SINOPSE
Analisar a construção de uma memória positiva sobre a Ditadura Militar no Espírito Santo revela a influência do jornal A Gazeta entre 1971 e 1975. O contexto político e econômico do “Milagre Econômico” e as práticas de censura e propaganda política moldaram a comunicação entre o governo e os cidadãos, refletindo a modernização conservadora do período.
Uma reflexão sobre a contribuição da imprensa capixaba é essencial para entender como essa memória foi elaborada. As abordagens de Jürgen Habermas e Roger Chartier ajudam a desvendar os conflitos entre as memórias e a complexa relação da sociedade com o regime ditatorial.