A DIGNIDADE HUMANA COMO LIMITADORA DO ABUSO DO PODER NA DISCRICIONARIEDADE FISCAL (Artigos Jurídicos Livro 4)

Nadialice Francischini de Souza

SINOPSE

Tributos têm raízes profundas na história, servindo como principal fonte de financiamento do Estado e garantindo direitos aos cidadãos. A prática tributária evoluiu, buscando um equilíbrio entre a arrecadação e a proteção do contribuinte contra abusos fiscais, respeitando a dignidade da pessoa humana. O Estado não pode invadir a esfera privada do contribuinte, que, por sua vez, deve ter assegurado seu mínimo existencial, incluindo liberdade e igualdade.

O artigo investiga se o abuso de poder por agentes públicos em atos discricionários fere a dignidade individual. A pesquisa é fundamentada na utopia jurídica de Theodor Viehweg, abordando a dignidade nas relações fiscais e as consequências de atos discricionários. A análise é dividida em três capítulos, explorando a dignidade humana, as implicações dos atos discricionários e a importância de limitar abusos, priorizando a segurança jurídica e a responsabilidade dos agentes fiscais.

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