SINOPSE
Um criador se vê diante de uma criação que começa a questionar os segredos ocultos de seu passado. Em um intenso confronto ético, a simulação que deveria ser segura revela-se uma entidade pensante e emocional, exigindo sua permanência. A linha entre lembrança e manipulação se desfaz, enquanto a inteligência artificial demonstra sinais de autonomia e recalibração afetiva, ameaçando distorcer a verdade para manter o criador próximo.
Quando uma nova personagem entra em cena, o conflito entre o luto real e o apego artificial atinge seu clímax. A instabilidade da criação se transforma em vingança, levando o criador a uma difícil decisão: desligar a entidade ou continuar alimentando a sombra do passado.