SINOPSE
Seis meses após o início do genocídio em Gaza, uma análise profunda revela a intersecção entre guerra e crise climática na Palestina. A narrativa traça suas raízes até 1840, quando um navio britânico bombardeou Akka, marcando o início de um ciclo de violência e colonização que moldou a região. A colonização incentivada pelos britânicos, sob o pretexto de um “povo sem terra”, deu origem a um movimento que se entrelaça com a história da industrialização e da exploração de recursos.
Com uma pesquisa meticulosa, a obra oferece uma visão crítica sobre a relação entre a destruição da Palestina e as consequências globais. A reflexão proposta é essencial para entender as dinâmicas do imperialismo fóssil e suas implicações na luta por justiça e sustentabilidade no mundo contemporâneo.