SINOPSE
Problemas contemporâneos são abordados ao se discutir as ações modernizadoras que visam a homogeneização de culturas subalternas. A análise revela o Direito à Diferença como um conceito hegemônico da modernidade, permeado por uma lógica de “permissão” que limita a expressão cultural.
Buscando romper com essa lógica, o texto propõe o Direito à Diversidade como uma alternativa inovadora, apresentando possibilidades de ruptura com o paradigma uniformizador que domina a modernidade. Essa reflexão convida à reconsideração das dinâmicas sociais e culturais em um contexto plural.




